A última eleição municipal em Campinas do Piauí foi capaz de mostrar um abismo entre o discurso e a prática. O discurso de Arlindo Neto consistiu em infinitas formas de se dizer que “é tudo em prol do interesse público (do povo, dos pobres, dos ‘desfavorecidos’, etc.)”. Na prática, a agenda oculta é bem menos simpática e pode ser resumida na seguinte fórmula: “é tudo em prol dos detentores do poder, de seus familiares”.
A lógica eleitoral ameniza e, ao mesmo tempo, agrava esse problema. Ameniza no sentido de que, para reeleger-se, Arlindo Neto deve realizar medidas que favoreçam a população e, portanto, consigam a simpatia dos eleitores. O agravamento do problema é que essas mesmas medidas não têm em vista, verdadeiramente, a satisfação do interesse público, mas são apenas meios para a vitória nas eleições seguintes.
É preciso uma dose imensa de autoengano para acreditar que, de modo voluntário, Arlindo Neto deixará seus interesses pessoais e partidários de lado para dedicar-se, integral ou primordialmente, ao interesse público. Exigir-se essa dedicação de Neto é irreal. Infelizmente, não há nada no horizonte que indique a adoção de medidas moralizadoras. Pelo contrário. Passaremos a exercer o costume do autoengano, que, em Campinas do Piauí foi elevado à categoria de arte. Na próxima eleição, mais sonhos serão vendidos às pessoas sedentas de ilusão. Arlindo Neto procurará manter seu poder. Afinal de contas, como diz diariamente, tudo em nome do interesse público...
A lógica eleitoral ameniza e, ao mesmo tempo, agrava esse problema. Ameniza no sentido de que, para reeleger-se, Arlindo Neto deve realizar medidas que favoreçam a população e, portanto, consigam a simpatia dos eleitores. O agravamento do problema é que essas mesmas medidas não têm em vista, verdadeiramente, a satisfação do interesse público, mas são apenas meios para a vitória nas eleições seguintes.
É preciso uma dose imensa de autoengano para acreditar que, de modo voluntário, Arlindo Neto deixará seus interesses pessoais e partidários de lado para dedicar-se, integral ou primordialmente, ao interesse público. Exigir-se essa dedicação de Neto é irreal. Infelizmente, não há nada no horizonte que indique a adoção de medidas moralizadoras. Pelo contrário. Passaremos a exercer o costume do autoengano, que, em Campinas do Piauí foi elevado à categoria de arte. Na próxima eleição, mais sonhos serão vendidos às pessoas sedentas de ilusão. Arlindo Neto procurará manter seu poder. Afinal de contas, como diz diariamente, tudo em nome do interesse público...
O discurso de arlindo bispo é um só. "venha a nós, ao vosso reino...". e para por aí mesmo.
ResponderExcluirPerguntar não ofende: "Quando Arlindo Neto estava nos Correios"
ResponderExcluir1) Quem era o proprietário do prédio alugado pelos Correios em Campinas?
2) Quem era o proprietário do carro que fazia frete para os Correios?
3) Quem era que fazia política partidária dentro da instituição?
4) Quem ...